Um Começo…

    Estradas, jaqueta de couro e um carro… É um belo começo;

    5/11/2008 -

    Blogues que eu leio

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    - Não 2, Não 1
    Excelente blogue do Gustavo Gitti. É incrível como me identifico com quase tudo o que ele escreve. É fascinante quando você lê algo e se diz “Pqp por que eu não escrevi isso?”. É o primeiro da lista por conta disso.
    Um dos primeiros [...]

    2/01/2009 -
14th Aug, 2008

Estudos Sobre a Perda - Caso 1 - A Flor; Análise

Ela sempre estava linda, sempre. Havia uma espécie de brilho interno nela que transbordava e a deixava mais bonita ainda. Uma pessoa diferenciada, certamente.

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Atenção: Este é um detalhamento do Caso 1 citado no texto Primeiros Estudos Sobre a Perda.

Não sei quais qualidades ela via em mim, mas eu via todas as qualidades nela. Ela tinha a pureza, a inocência e a ingenuidade de uma criança, a força de uma lutadora e uma convicção que só ela tinha.

Como citei no outro texto, eu a amava por sua juventude. Seu espírito era jovem e puro. Por mais que a vida lhe desse pancadas ela se reerguia e voltava a lutar. Aguentava tudo de pé, e eu tentava ajudá-la. Apenas tentava… E depois de tanta pancada ela se reerguia ainda mais forte, ainda mais mulher, e irradiava alegria e esperança. Era lindo vê-la se reerguer. Uma beleza, um espetáculo.

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Uma flor desabrochando…

No início brigávamos muito, por várias razões e motivos fúteis. Sobrevivíamos a todas essas brigas e nossa relação se tornava cada vez mais sólida.

Talvez brigas por motivos fúteis não estraguem uma relação. Talvez elas só a fortaleçam, desde que não sejam em excesso. É como uma forma de testar se um gosta do outro ou não. Quem realmente gosta corre atrás.

E então vieram as brigas por outros motivos. Ela estava estressada, sua vida não era fácil. E eu exigia dela uma sensibilidade que ela não podia ter. Sensibilidade a fatos, palavras, gestos e sons. Brigamos algumas vezes por causa disso e a relação se enfraqueceu.

Quando brigas acontecem por motivos fúteis a relação pode se fortalecer. Quando acontecem por desrespeito de um às condições do outro a relação pode se enfraquecer. Deixei de respeitar seu espírito jovem e ao mesmo tempo ela deixou de respeitar meus gostos e minhas opiniões. Eu era arrogante, ela era impulsiva.

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Nem tudo precisa ser assim…

Pessoas arrogantes são muito chatas e não costumam mudar de opinião facilmente. Ninguém gosta de ter suas opiniões desrespeitadas, mas pessoas arrogantes simplesmente detestam isso. Pessoas impulsivas tomam atitudes desmedidas e não pensam nas consequências, fazem as coisas no calor do momento. Isso era parte de sua juventude, a impulsividade e as ações desmedidas.

Um impulso dela e tudo se acabou. Uma atitude errada, um desrespeito aos meus conceitos. O último. Antes, brigamos. Novamente a desrespeitei e ela a mim. A relação se enfraquecera o suficiente para acabar. E foi o fim. Antes, pedimos desculpas e resgatamos o carinho que sobrara e que será eterno. E nunca mais nos falamos.

Thiago dos Reis demorou para se dar conta do que perdeu.



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Tipo de texto que não necessita de comentários, pois é uma expressão da alma… tudo o que tinha de ser dito, já foi dito.

au revoir

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