Uma Viagem de Metrô..
Um casal, uma estação de metrô e uma caixa de bombons… Talvez, uma lição de vida.
27/08/2008 - 3 Comentários
Todo relacionamento começa na conquista. Ou ele ou ela, ou os dois. Um conquistando o outro, como territórios desconhecidos numa campanha de guerra.

O desafio é estimulante, conquistar uma pessoa que ainda não é sua. Tê-la para si, ganhar sua atenção e, quem sabe, seu amor.
O relacionamento começa. Ela se faz de difícil mas gosta dele. Ele também gosta dela; Ou pensa que gosta. Na verdade, em grande parte dos relacionamentos, gostamos é da conquista, do desafio. Claro, também temos algum afeto pela pessoa, afinal, temos que gostar de alguém para nos relacionarmos. Mas o desafio é que inspira; Ele quer mudar a visão dela sobre ele, chamar sua atenção. Ela quer mudar o jeito teimoso dele, fazê-lo cair a seus pés.
Isto é muito comum em relacionamentos. Ele querer conquistá-la ou ela querer mudar seu jeito. Às vezes há uma inversão e ela quer conquistá-lo, enquanto ele quer mudar o jeito dela.. E então chega a tornar-se quase uma obsessão dos dois. Muitas vezes vi amigos completamente obsecados por garotas. Amigos que diziam fazer tudo para tê-las, mas, no entanto, não gostavam realmente delas. Gostavam do desafio de conquistá-las. Em contrapartida, muitas vezes vi amigas apaixonadas, querendo conquistar algum rapaz.
Sinceramente, considero o sentimento feminino mais ‘puro‘. Puro no sentido de ingênuo. Posso estar errado mas nos casos analisados a maioria das garotas também gostavam muito do rapaz a quem queriam conquistar. Também gostavam do desafio, mas pesando os dois lados, talvez gostassem mais do rapaz do que do desafio de conquistá-lo. Enquanto os amigos que analisei sempre gostavam mais da conquista do que da garota, alvo dos galanteios. Nada disso impede que o sentimento depois evolua para algo mais puro e verdadeiro, mas de começo, a conquista é o que interessa.
Depois de vencer o desafio perdemos o interesse. Fica só o que sentimos pela pessoa. O sentimento fica nu e exposto, do jeito que ele realmente é. Claro, alguns casais estão sempre se desafiando, e se gostam exactamente por isso. Ele é desafiante para ela, que é desafiante para ele, também.

Faltava algum desafio na relação?
Seus problemas terminaram!
Podemos explicar grande parte dos namoros que acabam prematuramente assim. Ele ou ela (ou os dois) estava atraído mais pela conquista do que pela outra pessoa. Quando o desafio foi vencido e o sentimento ficou exposto, mostrou-se pequeno demais para sustentar a relação, e esta acabou. Há também casais que sustentam relações mortas, mas isso não vem ao caso aqui. Tratei do assunto neste post AQUI.
O difícil é nos conscientizarmos disso. Como saber se gostamos da pessoa ou do sensação de conquistá-la? Confesso que certa vez já me perguntei ‘eu realmente gosto dela ou eu gosto de conquistá-la?’. E quando me fiz essa pergunta, tive de pensar com calma para achar a resposta real. Geralmente ficamos condicionados a nos responder ‘gostamos é dela (ou dele)‘ sem pensar. Mas para que perder nosso tempo pensando nisso? Podemos simplesmente ‘deixar rolar’ e viver a vida. Mas é sempre bom saber o que queremos de um relacionamento. Afinal, se não soubermos nossas intenções, como pretendemos chegar a algum lugar?
Thiago dos Reis não sabe o que escrever no rodapé deste texto.
Posted by: Thiago dos Reis
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Conquista
Espelhando
“Thiago dos Reis não sabe o que escrever no rodapé deste texto.”
hahahahaah
gostei do texto
By: Rafael Galvão on June 24th, 2008
at 5:06 am
Gostei bastante do texto, mas acredito que o processo de conquista está mais para o medo de perder a pessoa…
Se não ficar a todo tempo tentando conquista-la, outro vem e o faz. Não sei se meu comentário concorda ou discorda com o teu texto… mas, enfim… não sou uma pessoa muito certa da cabeça…
Quanto ao seu comentário, realmente, acho que eu me deixo golpear pela vida… não me pergunte o por quê, não saberia responder…
Beijos
au revoir
By: Alice Teixeira on June 24th, 2008
at 5:25 pm
Estranhamente postei algo por quase o mesmo tema…
O problema da conquista (existe sim), normalmente é a tal da impulsividade constante. Não que ser impulsivo seja totalmente errado.
Gostei do blog!
By: Marco De Toni on June 26th, 2008
at 4:19 am
AHuahah Sobre os 2 comentários
* O primeiro
Digo apenas uma coisa: @(#(#*#*@#*# eu deveria saber voar!
* O segundo
Talvez não só popular mas tenho um embasamento totalmente necessitário quando eu escrevo algo assim. Não meu, mas coloco tudo com relação a condição básica que cada um se permite existir.
até lá! Give me five!
Se quiser manter contato msn(at)marcodetoni.com.br
By: Marco De Toni on June 26th, 2008
at 4:51 pm
Todo relacionamento começa (e continua) na conquista;
Nas conquistas seqüenciais do dia-a-dia.
Senão, não dura.
Essas são as pessoas mais desafiadoras. As que se permitem conquistar, por algum tempo, uma mesma pessoa.
Legal aqui.
Voltarei.
PS: Pra quÊ rodapé quando o texto é suficientemente bom?
By: Jazz on June 30th, 2008
at 7:47 pm